New Orleans, USA (ICASSP, 2017)

O French Quartier certamente é um dos pontos mais badalados da maior cidade da Louisiana. A Bourbon street é sua rua mais conhecida e é indicada para quem busca diversão. São vários bares, restaurantes e, muita, muita gente caminhando para cima e para baixo em clima de festa. Esse clima de festa, com um toque de bagunça, é prejudicado pelo cheiro desagradável das ruas. E não estou falando do cheiro que advém de fumaça de cigarros e afins lícitos ou não. Conjecturo que, assim como a cidade de Recife, New Orleans possui vários pontos abaixo do nível do mar e isso dificulta (mas não é desculpa!) o fluxo da rede de esgoto.  

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Os quarteirões da Frenchman street que ficam próximos ao rio Mississipi possuem vários e diversificados ambientes para quem quer curtir jazz/blues de raiz. Uma alternativa barata e rápida para quem está no centro e não deseja andar até a Frenchman street é pegar o bondinho. São três linhas ao preço de 1,25 dólar por trecho.

bondinho

Um dos marcos da arquitetura do French Quartier é a fachada das edificações. Muitas delas possuem uma varanda no primeiro andar que é apoiada por vigas de metal que protegem as calçadas da chuva e do sol. 

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No coração do French Quartier localiza-se a St. Louis Cathedral. 

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No IEEE International Conference on Acoustics, Speech and Signal Processing (ICASSP) desse ano, mais de 1200 artigos foram apresentados. Pelo que constatei, poucos foram artigos de brasileiros que estão no Brasil. Do CIn-UFPE, fomos os únicos participantes do maior evento de processamento de sinais. Seguem a seguir duas fotos dos pôsteres que apresentamos sobre verificação de locutor e segmentação de fala.

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Na primeira foto estão, da esquerda para a direita, Hector, eu, André e Tsang. Já na segunda, da esquerda para a direita, estão André, eu, Tsang e Leonardo. 

Lugar-comum no coffee-break do evento era o beignets. Fritura típica da região normalmente acompanhada por açúcar de confeiteiro ou chocolate quente. Iguaria local provada no evento e no Cafe du Monde.

Algumas coisas são difíceis de entender. Na frente do hotel que fiquei hospedado tem um restaurante chamado Mothers. Ve-sê constantemente fila na porta desse restaurante que serve, entre várias coisas, café da manhã durante o dia todo. A comida não é lá essas coisas e os atendentes não são simpáticos (estou sendo simpático na adjetivação ;)). Por outro lado, simpatia não faltou no Ruby Slipper.

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